
Uma operação integrada entre as polícias civis da Paraíba e do Acre terminou, nesta quarta-feira (19), com a morte de Jorge Henrique dos Santos Fernandes, de 31 anos, conhecido como “Negão”, investigado pela morte do policial civil paraibano Jerre Adriano de Sousa Ribeiro, 48 anos, ocorrida em 2023, durante uma vaquejada em Cajazeirinhas, no Sertão da Paraíba.
A ação, denominada Operação Rastro, foi coordenada pelo DRACCO, com participação da Polícia Civil do Acre, CORE/AC, Unintelpol/PB e GAECO/PB. Jorge Henrique foi localizado na zona rural de Bujari, no Acre, onde, segundo as investigações, estava escondido havia cerca de dois anos.
De acordo com o delegado Diego Beltrão, as equipes chegaram ao imóvel após um trabalho de inteligência e foram recebidas a tiros.
“Ao chegar no local, fomos recebidos a disparos de arma de fogo. Os policiais civis da Paraíba e do Acre reagiram à injusta agressão, chegando a ferir esse indivíduo. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.”
Durante a ação, os policiais apreenderam uma espingarda, uma pistola e uma identidade falsa que, segundo a investigação, eram utilizados pelo foragido.
Além do caso envolvendo o policial civil Jerre Adriano, Jorge Henrique respondia por roubo em Pombal e era investigado por outro homicídio. A morte do policial ocorreu após uma discussão no estacionamento de uma vaquejada, em Cajazeirinhas, em 2023.
Segundo a Polícia Civil, o nome Operação Rastro faz referência ao trabalho de inteligência empregado para localizar o investigado, que deixou a Paraíba e permaneceu foragido por mais de dois anos.