
A paraibana Daniela Marys de Oliveira, 35 anos, está presa há sete meses no Camboja, no Sudoeste Asiático, após aceitar uma proposta de trabalho em telemarketing que, segundo sua mãe, Myriam Marys, se revelou um caso de tráfico humano.
Detida sob acusação de tráfico de drogas, Daniela adoeceu na prisão e perdeu contato com a família no início de outubro. A mãe afirma que, além da injustiça, a família ainda sofreu um golpe financeiro de pessoas que se aproveitaram da situação.
O julgamento de Daniela está marcado para o dia 23 de outubro, e os parentes correm contra o tempo para reunir advogados e cobrar uma resposta do Itamaraty, que, segundo Myriam, não responde aos contatos desde 6 de outubro.