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Jamerson Ferreira lamenta decisão de desativar o MPF em Patos

O vereador destaca que a região de Patos possui demandas específicas e a presença de uma Procuradoria da República era essencial para atender a essas necessidades locais.

Por: Guilherme Andrade Fonte: Da Redação com Assessoria
01/07/2023 às 08h18 Atualizada em 01/07/2023 às 08h29
Jamerson Ferreira lamenta decisão de desativar o MPF em Patos
Vereador Jamerson Ferreira - Foto: Divulgação/Assessoria Parlamentar

O vereador Jamerson Ferreira lamentou a decisão de desativar o Ministério Público Federal (MPF) em Patos. A notícia, divulgada após um estudo realizado pela Procuradoria Geral da República e pela Procuradoria da República na Paraíba, trouxe a desinstalação da Procuradoria da República no município de Patos, porém, foi anunciado que um Escritório de Representação do MPF permanecerá em funcionamento no mesmo local para atender a população local quando necessário.

"A desativação da Procuradoria da República em Patos causa preocupação pois pode afetar a eficiência e o acesso à justiça na região. O MPF desempenha um papel fundamental na defesa dos direitos dos cidadãos, na fiscalização dos órgãos públicos e na garantia do cumprimento da lei. Sua presença física em Patos permitia um atendimento mais direto e próximo da população, facilitando o acesso à justiça e possibilitando ações mais ágeis e efetivas em casos de irregularidades", pontuou Jamerson.

O vereador destaca que a região de Patos possui demandas específicas e a presença de uma Procuradoria da República era essencial para atender a essas necessidades locais. A manutenção de um escritório de representação pode amenizar os impactos da desativação, mas ainda há preocupação quanto à capacidade desse escritório de suprir todas as demandas e garantir a efetividade das ações do MPF na região.

O parlamentar reforça que a presença física da Procuradoria no município traz uma maior proximidade com a população, facilitando o diálogo e fortalecendo o combate à corrupção e outras práticas ilícitas.

Jamerson disse ainda que espera que as autoridades responsáveis revejam essa medida, levando em consideração os impactos negativos que podem surgir, tanto para a população patoense quanto para a efetividade das ações do MPF na região. "O acesso à justiça e a defesa dos direitos devem ser prioridades, e a presença do MPF é essencial para garantir isso", argumentou o vereador.

Assessoria

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