
O presidente da CPMI que investiga desvios no INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), defendeu a prorrogação dos trabalhos por mais 60 dias e acionou o STF para garantir a continuidade das apurações.
Ele afirmou que a medida é essencial para analisar documentos e evitar que o caso fique inconcluso. Viana também apoiou decisão do ministro André Mendonça que restringiu o acesso a materiais sigilosos, com o objetivo de proteger provas e evitar vazamentos.
Segundo o senador, apenas informações relevantes à investigação serão utilizadas, descartando conteúdos de caráter pessoal. A comissão ainda pretende ouvir representantes de bancos e discutir mudanças para coibir abusos contra aposentados.
Viana negou favorecimento a investigados e disse que, até o momento, não há provas de ligação direta entre instituições religiosas citadas e os recursos desviados do INSS.