
Nesta terça-feira, 18 de novembro, Ana Toni, CEO da COP30, dissertou a decisão da conferência, confiramando a entrega do primeiro rascunho da decisão final, documento que já havia sido solicitado. O resumo da carta final reúne recomendações para acelerar a ação climática climática global e tentar limitar o aquecimento do planeta a 1,5°C.
É reforçado no texto que meta estabelecida no Acordo de Paris, em 2015, permanece "viva", mas há uma exigência sobre os esforços definidos por calendários e mecanismo de implementação, com ênfase no que diz respeito a combustíveis fósseis.
No ofício, é destacado que o COP30 deve entregar um melhor rumo de sustentabilidade para o mundo. Para isso, denfende que haja um avanço nos países com trajetórias lúcidas de produção e o uso de combustíveis fósseis, que deve incluir metas para eliminação progressiva do carvão e diminuição substancial do petrólio e gás. A proposta inclui mecanismos de cooperação internacional para garantir uma transição justa em regiões dependentes desses setores.
É enfatizado na documentação os povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, destacando suas contribuições que vem a ser essenciais para manter as florestas firmes, proteger a biodiversidade e fortalecer a resiliência climática. Foram essas e outras decisões do ofício que priorizam a preservação da heterogeneidade biológica e climática do planeta.